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A maioria das empresas escolheu o regime uma vez e nunca mais revisou. O negócio mudou; a conta provavelmente também.
Todo mês no regime errado é dinheiro que não volta. A maioria escolheu na abertura e nunca mais revisou — só que o negócio mudou de tamanho, de folha e às vezes de atividade.
Quanto você paga de fato, somando tudo — não a alíquota da tabela, mas a carga efetiva sobre o que entra.
A comparação entre os regimes aplicáveis ao seu caso, com os seus números, e quanto muda em cada cenário.
O custo de mudar, o prazo da janela e em quanto tempo a mudança se paga. Ou a confirmação de que o cenário atual já é o melhor.
Dentro do próprio Simples, prestador de serviço pode ser tributado pelo Anexo III, que começa em 6%, ou pelo Anexo V, que começa em 15,5%. O que decide não é a atividade em si, mas a relação entre a folha e a receita. Quem não sabe que essa escolha existe paga mais que o dobro na faixa inicial — legalmente, e sem necessidade.
Não. A opção pelo Simples e a mudança entre Presumido e Real têm janelas específicas no ano. Por isso a análise precisa vir antes da janela, não depois.
Sim. O trabalho é escolher, entre caminhos que a própria lei oferece, o que resulta em menos imposto. Nada aqui depende de omitir informação.
Aí eu digo que não compensa. Prefiro isso a te vender uma estrutura que você vai pagar para manter.
A lista acima cobre o que mais aparece, não o limite do que eu resolvo. Se o seu caso é outro — ou se você ainda não sabe bem qual é o problema — me conte assim mesmo. Boa parte do meu trabalho começa com alguém dizendo “não sei se é com você”.
Descrever o meu casoConteúdo conferido em 14 de setembro de 2026. Legislação em transição envelhece rápido — reviso estas páginas conforme a regulamentação avança.
Me diga quanto você fatura e como recebe. Eu faço a comparação e te mostro a conta.
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